Férias em grupo
Registar as despesas de uma viagem entre amigos, e acertar no fim
Uma casa alugada para seis, as compras da primeira noite, o combustível, o restaurante de terça, os bilhetes do museu adiantados por quem tinha o cartão à mão. Quarenta despesas em sete dias, quatro pessoas que pagaram, e uma conta para fazer no comboio de volta.
Porque é que corre quase sempre mal
No local, ninguém conta. É normal, é até esse o objetivo: estão de férias. As notas acumulam-se numa conversa de grupo, entre duas fotos, e o fio perde-se ao terceiro dia.
O regresso é o pior momento para contar. Cada um já está em casa, cada um lembra-se de forma diferente, e quem mais adiantou é quem tem de insistir. É a viagem que deixa mau sabor por trinta euros.
E as despesas não são de todos. Duas pessoas não estavam no restaurante de terça. Três foram de carro, os outros de comboio. O casal partilha um quarto, os outros não. Dividir o total por seis é simples, e errado.
Como se faz no Kotisso
O Kotisso substitui a conversa de grupo e a folha de cálculo do regresso por contas que se mantêm sozinhas durante a viagem. Não movimenta dinheiro e não pede nenhuma conta bancária.
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1
Abram o grupo antes de partir
Um grupo «Córsega em agosto», um link enviado para a conversa onde já se estão a organizar. Cada um regista-se em trinta segundos. A aplicação coloca-se no ecrã inicial do telemóvel e abre mesmo sem rede para consultar os últimos saldos conhecidos, o que conta quando se viaja.
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2
Registem no local, não no regresso
Dez segundos, de pé, com uma mão ocupada: um valor, quem pagou, quem está envolvido. É tudo o que o método pede, e tudo o que alguma vez pedirá. O que se regista no local nunca terá de ser reconstruído.
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3
Paguem na moeda local, contem na vossa
Uma despesa paga em bahts ou em coroas introduz-se tal como foi paga, com o câmbio do dia. A taxa fica fixada no momento: uma despesa de férias não muda de valor três meses depois, e os saldos de todos não se mexem todas as manhãs.
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4
Acertem em duas transferências
No fim, o Kotisso propõe o caminho mais curto para pôr todos a zero: no pior caso uma transferência a menos do que participantes, muitas vezes duas ou três no total. As contas exportam-se em folha de cálculo ou em PDF, o que fecha a discussão antes de ela começar.
O que a versão gratuita cobre
Uma viagem não precisa de nenhuma opção paga. Todas as contas são gratuitas:
- despesas, participantes e reembolsos sem limite;
- os quatro modos de divisão, despesa a despesa, com ou sem toda a gente;
- as despesas pagas noutra moeda, convertidas ao câmbio que introduzirem;
- a foto dos talões, e a exportação das contas em folha de cálculo e em PDF;
- os saldos em direto para cada um, e o plano de reembolso mais curto.
O premium só acrescenta conforto: mais de dois grupos abertos ao mesmo tempo, o histórico para além de doze meses, as estatísticas e a foto de perfil. Os números são os mesmos para toda a gente. Ver os preços.
Perguntas frequentes
É preciso que todos se registem?
É melhor, porque assim cada um vê o seu saldo em direto e pode registar as suas próprias despesas. Mas nada impede que uma só pessoa introduza tudo pelo grupo e partilhe as contas exportadas no fim.
E as despesas que só dizem respeito a alguns?
É o caso habitual, e resolve-se em dois toques: desmarca-se quem não estava. O restaurante de terça só pesa sobre os quatro que lá estiveram, e os saldos passam a contar com isso de imediato.
Funciona sem rede?
Para consultar, sim: as páginas já vistas voltam a abrir sem ligação, com um aviso de que os números podem estar desatualizados. Registar uma despesa nova precisa de ligação, ainda que breve.
As contas mantêm-se sozinhas
Abram o grupo antes de partir. É o único momento em que não custa nada, e o que evita toda a conversa do regresso.
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